Resenha de Redemoinho em dia quente, de Jarid ArraesÉ difícil resenhar um livro de contos: buscar um suposto fio que prende histórias autossuficientes umas nas outras, não perdendo o prumo de…Feb 3Feb 3
O crime do olho (ou, o incidente que faz de Bento, Casmurro)Jean Luc Nancy, no ensaio Corpus, argumenta que o olho não decifra o mistério dos corpos, mas se torna cúmplice do visível — conjurando…Nov 20, 2024Nov 20, 2024
Um mundo onde possa haver uma RitaQuando Gabriel Garcia Marquez afirmou que o realismo mágico é o gênero que melhor encapsula a experiência latinoamericana, ele…Nov 20, 2024Nov 20, 2024
O olho como janela da ficção de um corpoEu não te olho com o teu olho que sabeNov 20, 2024Nov 20, 2024
O que torna algo “poesia”?“Se quiserem que eu tenha um misticismo, está bem, tenho-o Sou místico, mas só com o corpo. A minha alma é simples e não pensa.Mar 26, 20241Mar 26, 20241
o meu luto entraga a goela sem som resiste em virar poemaquer seguir ardendo o corpo sem cura, pulsar em moléstia muda tirando o útil do lamento em protesto, deixar na ferida aberta manifestoMar 13, 2024Mar 13, 2024
de volta às linhas de teclado — sempre quando o assunto é meu corpo despedaçadose escrevo poema, é porque vejo deus ou diaboFeb 1, 2024Feb 1, 2024